Postagens da categoria: Contos Eróticos
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20
jun

Sobre a Nudez

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Não é só o meu corpo que está nu. A alma também. Estou nua para o mundo, de peito aberto. Estou nua para a paixão. Nua para qualquer emoção que valha. Nua para você. Estou nua para o toque macio dos seus dedos. Despida de preconceitos. Vazia de moral. Nua sobre o teu corpo que espera na cama. Estou nua para o prazer. Nua para o jantar à luz de velas. Estou nua para os beijos no banco da praça. Nua para o algodão doce no parque de diversões. Estou nua para o romance. Estou nua para o medo. Nua […] […] Continue lendo →

13
jun

Eu Quero Tudo

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Tenho pouco tempo para escrever estas linhas. Sinto fome. Preciso engolir o querer em prol da sanidade. Não é somente um desejo. Eu quero tudo, mas ficarei no vazio das minhas emoções. Eu quero tudo. Um sorriso. Aquele abraço. Beijo de despedida. Sua pele. O carinho. Amor? Aí eu estaria pedindo demais né? You can’t have everything. Be satisfied with the little you may get it como já cantava Doris Day. Tudo. Ser aquele brinquedo no canto do quarto. As incertezas da vida. O perigo do jogo. O abismo que nos separa. Aquele olhar que não retribui. Um mau pensamento. […] […] Continue lendo →

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No tapete da sala com direito à trilha sonora meio sinistra do filme que passava no DVD. O título? Lembro muito bem, mas prefiro dizer que era um clássico da ficção científica. Tudo aconteceu tão rápido e de repente nossos corpos dançavam a música dos amantes enquanto você perguntava com tesão: namora comigo? Eu aceitei e você passou a fazer parte da minha rotina. Certo dia fiz um jantar à luz de velas para celebrar o nosso romance. Eu preparava a sobremesa na cozinha. Você veio e encostou meu corpo na mesa. Eu fiquei no seu colo e lá na […] […] Continue lendo →

23
mai

38 Graus

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O corpo quente. Lá fora o termômetro marca 38C° e aqui dentro do peito queima o fogo da lubricidade. A exaltação máxima do amor. Não consigo dormir. A cama ferve de solidão. Pensamentos vadios penetram a madrugada quente. Pensamentos sensuais, censuráveis… Trinta e oito graus e a falta de sono levam ao delírio. Febre… Fantasia… Corpos misturados sob os lençóis de seda a transpirar amor. Palavras sujas sussurradas, doces ao pé do ouvido. São trinta e oito graus provocantes. Trinta e oito graus de sensualidade. Trinta e oito graus de bocas, pernas, peitos, corpos, gozos, rubor, Afrodite, êxtase, palavras sem […] […] Continue lendo →

16
mai

Casa da Sogra

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Eu e meu marido fomos visitar meus sogros. Ele vem de uma família puritana, daquelas que não aceitam nem beijo no rosto, onde o namoro tem que ser dentro de casa e se fôssemos passear que voltássemos antes das 22h, por favor! Dona Jurema mora em um apartamento com o marido Gilmar. Nos cômodos tinha aquele cheiro de naftalina. Os móveis ainda eram um pouco antiquados, TV com tubo, rádio com toca-fitas, o videocassete contrastava com o aparelho de DVD, presente do meu marido. Tomávamos chá com canela e dona Jurema fez biscoitos caseiros. Entre conversas e muitas risadas surgiu […] […] Continue lendo →

14
mai

Tua saudade

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Acordei no meio da noite tateando a cama e não te encontrei, doeu lembrar os momentos que passamos juntos e saber que o nós já não existe mais. Agora sou só eu, relutando dia após dia pra não me lembrar de quanto é bom estar com você, perto do seu cheiro. Tento aceitar que nunca mais serão dois pratos sobre a mesa. Dois corpos estendidos no chão… Dói, mas mesmo que doa, quero esquecer das suas mãos acariciando meus seios enquanto sua voz sussurrava sutilmente ao pé do meu ouvido o quanto me adorava. Quero apagar da memória você entre […] […] Continue lendo →

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Quando olhei para o quadro da vida, vi o rascunho do seu corpo. Pernas, braços, cabeça, tronco, olhos, boca…As formas se mexiam na tela dos lençois brancos. Lençois desalinhados pelos traços da paixão. Lençois prontos para receber a obra-prima do amor. À medida que pintávamos os tons avermelhados da excitação, o suor escorria pelos corpos quentes e deixava a pele preparada para receber a tinta dos amantes. A cada toque do artista aumentava o desejo para que o rascunho se transformasse em vida. Cada sussuro de prazer era um clamor.  O quarto era o retrato da felicidade. Sentíamos os relevos […] […] Continue lendo →

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